Ridículo
Não tem pra ninguém. Se o objetivo é ser ridículo, os japas superam qualquer outra nação de longe, até os EUA se bobear. Prova disso:
1- No sábado, eu fui com a Erin numa coletiva de imprensa ver o Takeshi Kitano (o diretor de cinema, aquele). God. Pra começar, os fotógrafos que quisessem retratar o homem tinham de vestir uma peruca ridícula de samurai, feita de plástico. Quando a gente entrou na sala para ver o Kitano, eis que o público todo (que tinha pago para estar ali) vestia a mesma peruca, velhos, crianças, todo mundo. A idéia era tirar uma foto pra imprensa, e aí todo mundo ia fazer uma coreografia. E aí a apresentadora, espécie de Xuxa japa, dizia: "agora, gente, todo mundo vai gritar junto pra treinar. Um, dois, três e...BANZAAAAAAAAI". A galera levantava os braços e gritava. Quando o diretor entrou na sala junto dos atores, a hora da foto chegou. O público todo teve que repetir a coreografia umas dez vezes para os fotógrafos e as emissoras de TV. Repito: eles pagaram para estar lá.
2- Na frente da chamada Times Square japonesa tem uma loja de donuts. Na frente da loja, todo fim de semana, fica uma das coisas mais ridículas que eu já vi na vida. Uma fila de mais ou menos 2 horas de espera para comprar donuts na tal loja. Não se o negócio é bom, não conheço a marca, mas nenhum donut do mundo vale esperar 2 horas. E pior: tem a fila da fila. Quando saem de lá, os japas carregam umas caixas que nem aquelas do Habis's, felizes da vida. Ah, e esse gringo babaca narrando o vídeo aí embaixo é o pior, falaê.
3- Harajuku é lugar de gente que gosta de aparece. Tem uns emos que carregam placas de "free hugs", tem os jovens fantasiados, bandas na rua...Enfim. Mas dois casos específicos superam os outros na ridicularidade. Primeiro, um grupo de véios na faixa dos 40 anos que se vestem com peruca de Elvis Presley e roupas de rock anos 60. Eles põem o som no último volume e ficam dançando entre si, ali, no meio da calçada, como se tivessem feito 18 anos anteontem. Hoje, no entanto, apareceu um fulano BEM pior. Ele é um cara de uns 40 anos também, vestido com uma regata coladinha e gel no cabelo. O nego pôs um som na frente de um muro, em cima da ponte, e começou a cantar músicas românticas, olhando para a parede, como se estivesse sofrendo no fundo da alma. Vermelhão, mexendo as mãos como se estivesse diante de uma Julieta (a racha que morreu com o Romeu).
1- No sábado, eu fui com a Erin numa coletiva de imprensa ver o Takeshi Kitano (o diretor de cinema, aquele). God. Pra começar, os fotógrafos que quisessem retratar o homem tinham de vestir uma peruca ridícula de samurai, feita de plástico. Quando a gente entrou na sala para ver o Kitano, eis que o público todo (que tinha pago para estar ali) vestia a mesma peruca, velhos, crianças, todo mundo. A idéia era tirar uma foto pra imprensa, e aí todo mundo ia fazer uma coreografia. E aí a apresentadora, espécie de Xuxa japa, dizia: "agora, gente, todo mundo vai gritar junto pra treinar. Um, dois, três e...BANZAAAAAAAAI". A galera levantava os braços e gritava. Quando o diretor entrou na sala junto dos atores, a hora da foto chegou. O público todo teve que repetir a coreografia umas dez vezes para os fotógrafos e as emissoras de TV. Repito: eles pagaram para estar lá.
2- Na frente da chamada Times Square japonesa tem uma loja de donuts. Na frente da loja, todo fim de semana, fica uma das coisas mais ridículas que eu já vi na vida. Uma fila de mais ou menos 2 horas de espera para comprar donuts na tal loja. Não se o negócio é bom, não conheço a marca, mas nenhum donut do mundo vale esperar 2 horas. E pior: tem a fila da fila. Quando saem de lá, os japas carregam umas caixas que nem aquelas do Habis's, felizes da vida. Ah, e esse gringo babaca narrando o vídeo aí embaixo é o pior, falaê.
3- Harajuku é lugar de gente que gosta de aparece. Tem uns emos que carregam placas de "free hugs", tem os jovens fantasiados, bandas na rua...Enfim. Mas dois casos específicos superam os outros na ridicularidade. Primeiro, um grupo de véios na faixa dos 40 anos que se vestem com peruca de Elvis Presley e roupas de rock anos 60. Eles põem o som no último volume e ficam dançando entre si, ali, no meio da calçada, como se tivessem feito 18 anos anteontem. Hoje, no entanto, apareceu um fulano BEM pior. Ele é um cara de uns 40 anos também, vestido com uma regata coladinha e gel no cabelo. O nego pôs um som na frente de um muro, em cima da ponte, e começou a cantar músicas românticas, olhando para a parede, como se estivesse sofrendo no fundo da alma. Vermelhão, mexendo as mãos como se estivesse diante de uma Julieta (a racha que morreu com o Romeu).

1 Comments:
Alguém beijou Miang e deu nisso. O ridículo não me parecia doce
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